O São Paulo FC quando foi São Paulo, fez três gols, com
grandes jogadas de Jádson, que por sinal jogou muito bem no primeiro tempo e
Osvaldo, com ambos fazendo gols ao lado de Luís Fabiano. A marcação foi bem no
primeiro tempo de jogo. Com muita pegada. No entanto, como disse Rogério Ceni,
muito nervoso com o que houve na partida, “o time jogou por apenas 30 minutos”.
Tempo suficiente pra marcar os três e, de certa forma, se acomodar.
Indiscutivelmente o Tricolor está muito bem. Ney Franco
consegue por em prática seus planos para o time facilmente. A questão é que
quando o jogo estava no 0 a 0, o time teve seriedade para se impor, até mesmo
abusou das explosões e da correria, o que foi crucial para a falta de gás no
segundo tempo. E Ney Franco alertou isso aos comandados, durante a primeira
etapa, disse para segurarem a correria, para não abusarem da velocidade.
Entretanto, vale apontar a qualidade de Jádson, que nos
últimos jogos tem descerrado sua qualidade. O ataque é fortíssimo não se
questiona a sua força. Mas alguns erros na defesa, fizeram lembrar alguns
semelhantes que ocorreram no ano passado, relacionados a posicionamento – a
velha bola alta - precisam ser corrigidos. Aconteceu assim que Tolói chegou,
pois não havia entrosamento entre os zagueiros. Agora, repete-se com a chegada
de Lúcio. Certamente, Ney já viu essas falhas. Além disso, o zagueiro Rhodolfo
não vem tão bem como já foi um dia, cometendo algumas falhas contestáveis. Neste
caso, vale a pena pensar em Tolói , com bastante treino no lado esquerdo da
zaga ele pode despontar para fazer sombra ao Rhodolfo
A bem da verdade foi bom que esse “apagão” do Tricolor
deu-se nessa partida em que o time já estava praticamente classificado, pois
servirá de alerta para os próximos confrontos na sedutora “Liberta”. Nada de
aceitar passivamente, pois houve falhas sérias de posicionamento, mas o que
vale é a classificação para a fase de grupos que se inicia para o Tricolor já
no dia 13 de fevereiro, e contra um time brasileiro. O Tricolor enfrenta o Galo
mineiro em Belo Horizonte.
Ao Tricolor, gigante campeão, resta treinar forte para
aproveitar o forte elenco que dispõe hoje. Com o grupo confiante, poucos times
são fortes o suficiente para batê-lo. Acerca da lição ensinada pelo
Bolívar-BOL, fica um aprendizado, apesar de estarem em seus domínios,
conhecendo muito bem as armadilhas da altitude, a determinação em fazer um
resultado digno para compensar a alegria e dedicação de sua torcida que gritou
do início ao fim e, para honrar a camisa do clube, mesmo quando perdiam por 3 a
0.
OPINEM!!!








