O Tricolor mais amado deste Brasil tem hoje, em pleno
Morumbi, na noite paulistana, a missão de vencer o The Strongest-BOL, para se
manter esperançoso na copa entre clubes mais cobiçada das Américas. O SPFC está
com um time montado e forte, não há dúvidas. A questão é a repetição de um
esquema tático que não houve, mas Ney já deixou claro que quer jogar com três
atacantes e, apesar de que Ganso é jogador pra começar jogando, iniciar a
partida com três atacantes é interessante no que tange poderio ofensivo jogando
em casa.
Numa Libertadores, uma equipe pode se sobressair, primeiro
pela qualidade técnica superior a dos demais, isto inclui também o entrosamento
adquirido durante a competição, talentos individuais enfim, e segundo, pela
garra, coragem, vontade de vencer, dedicação à camisa, devoção ao manto do
clube. E é notório que muitos clubes têm a felicidade de portar as duas
qualidades: Técnica e muita garra. O segundo costuma ser característica de
equipes argentinas e uruguaias que, talvez por necessidade, pela ausência da
técnica se empenham pelo coração. Mas equipes como o Boca Juniors, São Paulo e
Peñarol já levaram o caneco portando equipes fortemente técnicas e ao mesmo
tempo, com enorme garra.
O parágrafo anterior reflete muito a situação São Paulina. O
time tem capacidade técnica, jogará em casa, está numa chave razoavelmente
complicada, no entanto vale pensar que não depende somente do oportunismo, das
grandes jogadas e do passe perfeito, a Libertadores vai muito além, uma bola
brigada bode resultar numa bola na rede.
Nesta noite de quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013, o
Tricolor mais campeão deste Brasil pode dar inicio à contemplação de seu
favoritismo que a mídia parcial diz não pertencer ao SPFC. Com elenco renomado
e qualificado nas mãos, Ney deverá adotar o discurso de: Vencer é uma
obrigação. E daqui pra frente assim será. Serão várias finais daqui em diante. Com
elenco renomado, no sentido de ter nas mãos um time titular e um banco quase
que todo titular, mesmo considerando que é preciso tempo para vôos mais altos,
há sim, no Tricolor atualmente uma equipe forte e capaz de chegar às finais.
Como mencionado no post anterior, uma das urgências do
Tricolor, é acertar a dupla de volantes. Denílson e Wellington não começaram
bem o ano. O fato de Fabrício ter jogado quase meio tempo, e ter se recuperado,
é muito importante para uma possível alteração na dupla se necessário, mas a
dupla atual é ainda a mais qualificada. Só precisam voltar a jogar o que
jogaram no final da temporada anterior. Outra preocupação é o lado direito.
Douglas costuma falhar muito na marcação e não transmite segurança para a
defesa do time. Do meio pra frente não há o que se questionar.
OPINEM!!!








