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quinta-feira, 7 de março de 2013

Essa noite será do Gigante!

Por Muhtka


Hoje o Tricolor tem o dever de vencer. Como disse o técnico: “Não precisa dar show”. E não precisa mesmo, precisa demonstrar confiança e garra. Fatores importantíssimo em qualquer disputa. Jogar bonito é jogar bem e vencer os jogos. O SPFC do Muricy não era exemplo de beleza no futebol apresentado, mas se tornou belo pelas glórias. Jogar bonito vai ser conseqüência da segurança e eficiência do trabalho do técnico junto ao dos comandados, ou seja, os resultados positivos.

Na Libertadores não precisa jogar bonito. Isso nunca existiu, nem tão pouco existirá. Vale muito mais a glória, a garra, o empenho, o amor ao manto e seguramente os resultados vitoriosos, que serão inevitáveis.

O SPFC tem pela frente o Arsenal de Sarandi no Pacaembu, jogo chave para deslanchar a carruagem tricolor. Vencendo, e dependendo do resultado do Galo, o Tricolor encosta para amedrontar os mineiros.

O Gigante deve se levantar esta noite, em São Paulo, para dar boas vindas às outras equipes na Libertadores. O Tricolor sempre respirou a competição sul-americana e não será desta vez, após um duríssimo jejum, que irá inalar outros ares que não o da competitividade na “Liberta”.

A torcida está a milhões, na expectativa do engrenar nos trilhos. O time é experiente e competitivo, o que resta aos comandados de Ney é o esquema ideal que proporcione qualidade em todos os setores. Logicamente algumas peças ainda não estão no melhor de seus rendimentos. Mas a garra e a determinação pode compensar certas deficiências.

As surpresas para esta noite de quinta-feira, podem ser Wallyson e Fabrício. O primeiro entrou muito bem no domingo pelo Paulista e o segundo pode ser usado para cobrir a ausência de Denílson (dores no joelho direito) e por estar de volta após longo tempo lesionado, também conta o fato do volante ter entrado bem nas partidas em que foi solicitado. Duas peças muito importantes para compor o elenco, já que os dois não vinham sendo utilizados ainda. Pois, Fabrício tem muito potencial na marcação e características totalmente aparentadas com o que exige nesta copa. Já o atacante, pode fazer Ney continuar sonhando com o tão desejado por si, desde que eficiente, 4-3-3.

O receio ainda fica por conta da defesa. A cabeça da área, apesar de os volantes ainda não serem o mínimo parecidos com os do final de 2012, possuem muita qualidade, o que falta é a pegada mesmo, e o foco. Agora as laterais é uma preocupação mais aguda. É interessante atentar-se para os do banco. Muitas vezes, substituir um “insubstituível” traz a ele motivação.

Que reine o legado das fortes equipes que já levantaram este caneco e que esta força esteja, por toda temporada e por outras tantas, neste elenco que hoje entra em campo.