Prezados São Paulinos,
Pode ser ilusório, mas os primeiros minutos de Alvaro Pereira com o manto Tricolor foram bem promissores. O lateral uruguaio que pode fazer as vezes de volante e meia correu mais que todo o time, mostrou a garra que nos ressentimos desde o fim de 2008 a mostrou técnica ao dar uma assistência.
O futebol uruguaio tem como principal característica a garra, porém, soma-se a garra o fato de serem muito inteligentes e habilidosos. Esta mistura talvez seja o que faz os uruguaios darem tão certo no nosso Tricolor, possuem a garra que em vários momentos falta para nossa equipe, e a inteligência e habilidade que é o perfil que o São Paulo sempre busca encontrar para a formação do nosso elenco.
A legião Celeste-Tricolor é formada por quatro atores principais: O primeiro foi Pablo Forlán (Pai do Diego Forlan), lateral direito apenas esforçado, mas que com sua garra, em época de vacas magras (devido a construção do Morumbi), fez o São Paulo sair da fila com o título paulista de 1970.
O segundo, para muitos, um dos maiores da história do Tricolor e do Uruguai, Pedro Rocha, que veio a falecer no fim do ano passado, tinha além da raça e liderança, uma elegância pouco vista, excelente passador e finalizador, apenas por ele já valia pagar o ingresso.
O terceiro era para ser o sucessor de Pedro Rocha, Daryo Pereira, começou como meia, recuou para volante e se tornou zagueiro, formando a dupla de zaga mais famosa de todos os tempos do Tricolor junto com o extraordinário Oscar. O título brasileiro de 86 deve-se muito a esse Uruguaio.
Por fim, não menos importante, temos o grande Lugano. "Jogador do Presidente", já que ninguém o conhecia quando foi trazido por indicação do nosso presidente. De qualidade técnica discutível, é o maior ídolo recente (apenas atrás do mito) do nosso Tricolor. Ganhou Libertadores e Mundial mostrando muita raça e até muita qualidade. O melhor atributo de Lugano é ser apaixonado por nosso Tricolor. Não tem vergonha em dizer que é o time da sua vida e um dos maiores do Mundo.
Agora fica a torcida para que Alvaro Pereira siga esta sina dos uruguaios, faça o que seus antecessores celeste e seu amigo Lugano fizeram, e além de ser muito feliz, faça os torcedores muito felizes pelo período que vestir o manto sagrado.
Esperamos que, na definição de Menon, Alvaro seja a tradução dos jogadores uruguaios "persistente, raçudo, corajoso e, até, craque."
Até a próxima terça.
Pode ser ilusório, mas os primeiros minutos de Alvaro Pereira com o manto Tricolor foram bem promissores. O lateral uruguaio que pode fazer as vezes de volante e meia correu mais que todo o time, mostrou a garra que nos ressentimos desde o fim de 2008 a mostrou técnica ao dar uma assistência.
O futebol uruguaio tem como principal característica a garra, porém, soma-se a garra o fato de serem muito inteligentes e habilidosos. Esta mistura talvez seja o que faz os uruguaios darem tão certo no nosso Tricolor, possuem a garra que em vários momentos falta para nossa equipe, e a inteligência e habilidade que é o perfil que o São Paulo sempre busca encontrar para a formação do nosso elenco.
A legião Celeste-Tricolor é formada por quatro atores principais: O primeiro foi Pablo Forlán (Pai do Diego Forlan), lateral direito apenas esforçado, mas que com sua garra, em época de vacas magras (devido a construção do Morumbi), fez o São Paulo sair da fila com o título paulista de 1970.
O segundo, para muitos, um dos maiores da história do Tricolor e do Uruguai, Pedro Rocha, que veio a falecer no fim do ano passado, tinha além da raça e liderança, uma elegância pouco vista, excelente passador e finalizador, apenas por ele já valia pagar o ingresso.
O terceiro era para ser o sucessor de Pedro Rocha, Daryo Pereira, começou como meia, recuou para volante e se tornou zagueiro, formando a dupla de zaga mais famosa de todos os tempos do Tricolor junto com o extraordinário Oscar. O título brasileiro de 86 deve-se muito a esse Uruguaio.
Por fim, não menos importante, temos o grande Lugano. "Jogador do Presidente", já que ninguém o conhecia quando foi trazido por indicação do nosso presidente. De qualidade técnica discutível, é o maior ídolo recente (apenas atrás do mito) do nosso Tricolor. Ganhou Libertadores e Mundial mostrando muita raça e até muita qualidade. O melhor atributo de Lugano é ser apaixonado por nosso Tricolor. Não tem vergonha em dizer que é o time da sua vida e um dos maiores do Mundo.
Agora fica a torcida para que Alvaro Pereira siga esta sina dos uruguaios, faça o que seus antecessores celeste e seu amigo Lugano fizeram, e além de ser muito feliz, faça os torcedores muito felizes pelo período que vestir o manto sagrado.
Esperamos que, na definição de Menon, Alvaro seja a tradução dos jogadores uruguaios "persistente, raçudo, corajoso e, até, craque."
Até a próxima terça.








